O União Brasil anunciou, nesta segunda-feira (8), a expulsão de Celso Sabino, deputado federal licenciado pelo Pará e atual ministro do Turismo, sob acusação de infidelidade partidária. A decisão foi tomada de forma unânime pela Comissão Executiva Nacional.
A representação que motivou a punição acusa Sabino de descumprir a orientação dada pela sigla em setembro, quando todos os filiados que ocupavam cargos de livre nomeação foram instruídos a deixar o Governo Federal.
A reunião que definiu sua saída foi comandada pelo presidente do partido, Antonio Rueda, e aconteceu de forma híbrida na nova sede do diretório nacional, no Lago Sul. Sete membros da Executiva participaram presencialmente, enquanto a votação — secreta — foi realizada por meio de uma plataforma digital.
Embora tenha tido espaço para se manifestar, Sabino só falou uma vez, argumentando que “o diretório foi eleito de forma regimental” e que “não houve infração ou ilegalidade” no processo.
Além da expulsão, a Executiva Nacional decidiu também intervir no Diretório Estadual do Pará, decisão igualmente aprovada por unanimidade. O partido informou que todas as resoluções serão encaminhadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

